Rasterinha EP : Funk na Caixa

CAPA

A rasterinha é o ritmo do verão, e agora, vai ser um dos mais influentes ritmos dos global bass. Com sua batida nos 96 BPM e produtores de moombahton e zouk bass, gostando cada vez mais dela, o movimento só tende a crescer.

Descobrimos o estilo em Dezembro, você lembra dessa matéria certo?, e agora, em fevereiro, lançamos um EP com 11 músicas só de rasterinha, das mais diversas formas, para você entender melhor o conceito e se apaixonar.

Baixe o EP, entenda a história e curta a rasterinha:

As 9as do Chernobyl – parte II

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O Fredi não larga essa moda de ostentação

Nessa segunda parte do post relacionado ao NEO BAILE FUNK (yes!), o produtor do Rio Grande do Sul, Fredi Chernobyl, solta alguns edit’s que, se você conhece um mínimo do trabalho dele irá perceber que o neo baile esta de volta naquele bom e velho esquema: produção de electro com pontos de funk, vocais de funk e o batidão (pesado) pra fechar a conta.

Logo de cara o produtor acertou em cheio com o Gutter Bass e o edit “chama as novinhas”. Caraca que combinação maneira dos vocais com a base, até parece que um foi feito para o outro. Mas não, foi um edit sacana a’la Chernoba.

Já os outros dois edit’s, o produtor mandou aquele bom e velho ‘refix’ que é uma atualização de um projeto que ele: ou já lançou, ou guardou e esta lançando agora – só que com aquele tapinha a mais. i95 ganhou linhas mais pesadas de grave (o que nunca é demais), enquanto Make Taht Booty Clap, um miami bass sensual, veio com pontos de funk e alguns efeitos nos vocais. Fórmula certa pra colocar qualquer novinha pra dançar.

 

As 9as do Cheronbyl

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Chernobyl mostrando seu lado “ostentação-sensual”.

Nosso bom e velho amigo Chernobyl acaba de liberar 3 bases pra você, Mc, aproveitar e o mostrar o seu talento musical. Sim, quando chega próximo do Natal o produtor fica emotivo e seu sentimentos de fraternidade afloram e ele resolveu ajudar o próximo.

Bem, na verdade, o Chernobyl lançou 3 riddim, (aquela palavra inglesa sem uma tradução exata para o português que significa uma base ou um ritmo) de Neo Baile Funk. AI QUE SAUDADES DESSE SOM. Numa avalanche de favela trap pra cima e pra baixo, ou baile twerk, o produtor do Rio Grande do Sul resgata aquele bom e velho electro com batidas de baile funk, junto dos seus edit’s magníficos (que fica para o próximo post) de vocais únicos de funk em músicas da EDM.

Vamos chegar logo ao ponto e apresentar logo o material:

Nas duas músicas acima, o produtor mostra o seu pézinho no rock. Seja num sample de uma guitarra afiada ou na inspiração do Duran Duran na (Durão Durão). Já a batida do funk, continua mais do que presente nas duas produções.

Já na terceira base, se a Nicky Minaj pode se apropriar do Miami Bass, vertente do funk americano que originou o funk carioca, o Fredi também pode. E ele o fez de maneira fantástica recriando a Anaconda, só que agora com pontos de funk. A base compete com Montagem Ásia no quesito criatividade.

Como dito pro produtor, ao ouvir as novidades do produtor, a mão coçou para gravar um novo podcast. Enquanto isso, aproveite o download grátis! E se você for MC, arrisque uns vocais e mande pra gente. O e-mail ainda é aquele: funknacaixa@gmail.com

Bonde do Rolê e Porn Klan fechando com o Comrade

Uma produção monstra acabou de sair: Porn Klan junto do Bonde do Rolê, escreveram a vida loka (que tem refrões da padaria) e fechou a produção com o monstro do Dj Comrade. Resultado disso? Um sucesso

Favela Venceu – Flying Buff e Pesadão Tropical

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A collab do duo paulistano Flying Buff com o trio de Pelotas, resultou no remix Favela Venceu, e mostra que a cultura carioca ganhou o seu respeito como música eletrônica brasileira, se espalhou pelo Brasil e venceu contra o preconceito que há a tanto perseguia. O lançamento teve apoio do blog Do Android Dance.

O projeto surgiu da ideia dos produtores paulistanos que em certo momento da produção perceberam que um toque dos amigos de Pelotas poderia dar uma cara nova pro remix que estavam fazendo. O trio pelotense recebeu o convite e aceitou logo de cara, afinal já tinham uma admiração pelo trabalho da dupla e como disse o Thiago: Essa remix só saiu desse jeito por ter sido uma parceria entre nós, se fosse de maneira individual não teria sido tão legal.” Além disso duas cabeças pensam melhor que uma, e nesse caso eram cinco. Com aquele velho esquema de bate e rebate, o remix foi tomando corpo e saiu como Favela Venceu. Mesmo com a distância, isso não foi nenhum problema, afinal cada qual já conhecia bem o trabalho do outro e já tinham uma ideia do que cada um poderia adicionar a música.

O ponto mais interessante dessa collab é a forma de misturar as culturas de trap music com o funk carioca, pois além de resgatar uma música que ambos projetos tem admiração, eles ainda puderam colocar sua interpretação do que é funk para eles.

 

 

 

 

 

 

Anaconda (Boss in Drama remix)

O produtor Boss In Drama deu uma abrasileirada na música Anaconda da Nick Minaj, que remetia muito ao Miami Bass (som que deu origem ao funk carioca). O hit já atingiu 22 mil plays em menos de 1 dia no ar. Ou seja, tem cara de sucesso:

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