Rasterinha EP : Funk na Caixa

CAPA

A rasterinha é o ritmo do verão, e agora, vai ser um dos mais influentes ritmos dos global bass. Com sua batida nos 96 BPM e produtores de moombahton e zouk bass, gostando cada vez mais dela, o movimento só tende a crescer.

Descobrimos o estilo em Dezembro, você lembra dessa matéria certo?, e agora, em fevereiro, lançamos um EP com 11 músicas só de rasterinha, das mais diversas formas, para você entender melhor o conceito e se apaixonar.

Baixe o EP, entenda a história e curta a rasterinha:

MC R1

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Mais um lançamento do Funk na Caixa, trazendo desta vez o R1, que além de produtor musical também é MC.
Conhecemos o R1 pela produção Joga o BumBum do Mc Maromba, no qual ele também faz a participação de MC. Com um pouco mais de contato e conversa, ele nos mostrou suas produções e o que já havia feito, e a Treme a Bunda ao vivo nos conquistou! Mesmo que a música já esteja lançada, essa versão ao vivo e com guitarras, merecia uma lançamento. Assim conversamos e surgiu esse single do MC.


Treme pro Pai traz um ar sombrio e ao mesmo latino para a rasterinha – aquele ritmo do momento. E junto disso, R1 não perdoa e faz uma letra fantástica, sem putaria ou aquele linguajar vulgar. A letra resgata aquele movimento originário do funk, com letras sensuais e de diversão. Já na música Desliza o produtor trouxe a metalurgia para o funk. Trompetes fazem a melodia da música, junto de uma linha de baixo envolvente. E, novamente, a letra vem de uma forma divertida e ao mesmo tempo sensual.

Acompanhe mais do trabalho do produtor pelas suas redes sociais:

https://www.facebook.com/mcr1oficial

Fiquei ligado também no Funk na Caixa, que terá mais lançamentos ainda neste mês.

Golden Legend

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O selo braza é especializado em sons brasileiros e em produtores brasileiros. Seu quarto lançamento chega com 5 músicas do paulista Fernando Simões, que leva o nome artístico de Golden Kong. No EP 5 produções experimentam o baile funk em diversos formatos, como chill trap, jersey club, um pitada de french house com 8 bit e o conjunto todo tem uma ar meio UK, diferente do que estamos habituados a ouvir no Neo Baile Funk.

A música com o Mc Gus é uma das melhores, tanto pela rima como pela base que não se utiliza do tamborzão ou volt mix, e mesmo assim você consegue perceber que é uma variação do baile funk. Outra música interessante é a Eita Porra que mostra a cara na novidade do momento, o jersey club:

O Ep consegue mostrar um som bem experimental e indica alguns caminhos a serem seguidos. Todas as músicas estão disponíveis para download em troca do seu singelo e-mail na página do bandcamp do selo. Aproveite enquanto dá tempo.

Barriguinha Amarela Mixxx

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Cara, que nome divertido para um projeto musical. Ele é longo, ele é direto, e ele tem uma boa abreviação – BAM. Devo confessar que num primeiro momento desconfiei do que eu poderia encontrar na página do produtor, mas depois de ouvir esse remix mega gangasta – que quase tomou o lugar do remix de trap mais legal do bigode grosso – comecei a ouvir com mais atenção a suas musicas.

Se com mashups o produtor já conseguiu mostrar o seu talento, as produções que ele deve estar cozinhando há algum tempo, devem ser mais arrebatadoras.

Pouco se sabe sobre ele, apenas que é de Macaé, RJ, e que esta:  Remixando a remixagem remixada do remix.

Fique com esse set do produtor e acompanhe mais novidades dele na sua página do soundcloud:

Carlos Beats

 

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De tempos em tempos surge uma nova leva de produtores musicais no cenário de Neo Funk, que agita com o movimento, trazendo mais vida, mais novidades, mais influências e referências e assim conquistam seu espaço. Carlos Beats é um desses novos produtores no qual você precisa ter atenção, e ele acaba de lançar um álbum com 10 produções fantásticas, com uma grande influência do som de Sango – que fez escola com seu chill trap, e que esta disponível para download de graça. Então antes de ler isso aqui, aproveite e baixe o álbum!

Carlos Beats, natural do Rio de Janeiro, começou a produzir com seus 15 anos, mas sem muita esperança deixava tudo no seu computador e compartilhava apenas com uma pessoa o seu som, consigo próprio. Depois de quatro anos nesse esquema, criou um pouco mais de coragem e lançou esse álbum na internet, naquele velho esquema de ver no que dá, e olha só, deu nesse post maneiro.

O carioca usa influências do R&B, trap, funk e junta tudo isso no seu som. Aproveitou que é do Rio e usou algumas rimas do pessoal do Complexo do Alemão para dar mais vivacidade as suas músicas, uma delas da Mc Ludmilla – Câozada, que ficou demais! e é a cara do álbum.

Além dessas influências,  o produtor ainda arrisca um pouco do som experimental no seu trabalho, e mostra que não veio pra brincar.

Na cena brasileira, admira e recebe influências diretas dos produtores: o Sants, os caras do Pesadão Tropical, o Barriga Amarela Mix, mas o principal é o Sango. Não só esse time dos pesos pesados, como Carlos Nunez, Kaio AC e Kojack também entram nessa lista.

Se você ficou curioso para ouvir uma das mixtapes do produtor, confira agora e aproveite para segui-lo no soundcloud:

 

A rasterinha do João Brasil

Mais uma do João Brasil, que resgatou seu espírito de mashup e juntou os beatles a rasterinha.

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