“Sem mais delongas, somos o que somos graças ao funk.” DropKillers lança EP de Chill Trap “10K”

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Dez mil foi um grupo de mercenários na antiguidade. Dez mil kilometros é a distância aproximada entre o Brasil e a Lituânia. Dez mil também uma música do Raul Seixas. Nesse caso, dez mil é a quantidade de fãs que a dupla DropKillers tem no Facebook. E como essa é uma marca memorável para um projeto que tem pouco mais de um ano de vida, eles soltaram um EP com 4 remixes de Chill Trap, pra você, fã da dupla, poder conferir e repassar pra mais amigos!

Diretamente de Campinas, a dupla Matheus Henrique, 18 e Paulo Vitor, 17, segue no seu projeto musical DropKillers promovendo o funk com a global music. Sem rodeios, eles veem que o funk faz parte da musicalidade e cultura brasileira, levantando a bandeira do funk com seus remixes de Trap. Na real de Chill Trap, aquela vertente mais melódica e não tão dançante como o baile funk.

Mas não se engane ao achar que esse projeto é daqueles ‘mela cueca’, ou de sofrência. O negócio dos caras é grave bem alto na cara e muita putaria pra ver a pista ferver. No remix “Casa do Seu Zé” as batidas secas e firmes conversam com synths sinistros ao fundo, com 54 mil plays. Na dianteira do projeto tem o remix pro Mc Pedrinho com 100 mil plays, seguindo o mesmo modelo de grave e terror.

Com a agenda livre para show (alô contratantes), eles ainda estão planejando sua turnê pelo Brasil,mas no momento querem se focar nas produções e nos seus trabalhos – deixando seus dez mil fãs no aguardo de mais shows. Aproveitamos esse momento memorável da dupla, pra fazer conhecer mais deles. Dê o play, baixe o EP na página do Facebook (tá de graça!) e leia a entrevista com a dupla:

chill baile 2Na ordem, Matheus e Paulo

 1) Quem são os DropKillers? Como surgiu o projeto do DropKillers?

DropKillers: Eu sou o Matheus Henrique e sou um dos produtores do Dropkillers junto com o Paulo Vitor. Tenho 18 anos e comecei a produzir a 4 anos atrás, meu primeiro projeto individual foi como Theusplayer que continua até hoje. O Paulo tem 17 anos de idade e desde os seus 12 já era fascinado por música eletrônica, começou a trabalhar com os mixtapes com 14 anos, e se envolveu na produção musical ano seguinte. O Dropkillers começou faz 1 ano, quando nos encontramos em uma festa da escola e o DJ da festa era o Paulo, conversamos bastante e tivemos a ideia de montar um duo.

2) Como vocês veem o funk?

Drop Killers, Matheus: Nós vemos o Funk como um dos principais movimentos da nossa cultura [musical brasileira] na qual tem crescido muito e que deverá crescer ainda mais. O funk, ultimamente, tem sido reconhecido mundialmente, porém o que mais me intriga é a rejeição de vários brasileiros com algo que faz parte da nossa cultura. Sem mais delongas, somos o que somos graças ao funk.

3) O quanto o funk influência vocês?

DropKillers, Paulo Vitor: Achamos que o funk é uma junção da musicalidade gringa com a brazuca e entrando nesse caminho, de fato, fazemos muitos remixes de funk. O funk sempre influenciou muito a nossa carreira e jamais iremos parar de fazer esses remixes.

4) Qual a ideia desse EP?

DropKillers, Paulo Vitor: A ideia do EP se baseia em juntar algumas músicas de funks populares com um movimento que gostamos muito de fazer, o Chill Trap – um pegada mais tranquila da vertente da Trap Music. Transformando o nosso som em algo inovador e diferente

5) O que podemos esperar do DropKillers pro fim de 2015?

DropKillers, Matheus: Não temos uma agenda para shows ainda, por enquanto estamos só nas produções, mas, em um futuro bem próximo, vamos começar a sair pelo Brasil. Temos vários projetos mas ainda preferimos deixar em sigilo para que não haja uma pressão do público para que seja lançado.

chill baile 3

Encontre o DropKillers nas redes sociais:

Soundcloud.com/tdrop-killers

Facebook.com/dropkillers

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