FUNK ALÉM DA BATIDA: O Funk também é romântico.

 

Todo mundo que já se apaixonou por alguém, também já mandou (ou pensou em mandar) uma música românticona pro Crush. Mas, e se em vez de mandar uma tradução de Beatles ou aquele pagode sensual com que os anos 90 nos agraciou, você escolhesse um batidão de amor?

A segunda postagem da série “Funk além da batida“, vem carregada desse segmento do funk que é só de suspiros e emoções.:

Claudinho e Buchecha – Sou eu assim sem você

Essa faixa compõe o último álbum de estúdio lançado pela dupla. Em 2002, Claudinho morreu em um acidente de carro durante a turnê do disco. Apesar da letra romântica, esta faixa ficou conhecida pelo “verso profético” Buchecha sem Claudinho (e pela versão escrota da Adriana Calcanhoto).

Mc Marcinho – Rap do Solitário

BÔNUS:

“Se é pra falar de amor/fale com o Marcinho”. Assim está escrito, e assim que é. É impossível falar de funk romântico sem falar do MC Marcinho. Autor do hit “Glamurosa“, o MC é um dos principais representantes do funk carioca. No “Rap do Solitário“, o cantor fala de superação, de paixão, de tristeza… Pablo quem?

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Mc DaLeste – Verdadeira Namorada

Vida Loka também ama. Mc Daleste foi um dos maiores representantes do funk paulista, iniciou sua carreira cantando sobre as tretas da periferia onde morava, mas se tornou bastante conhecido no gênero “Ostentação”. Assassinado durante um show em Campinas em 2013, essa faixa é uma das primeiras de sua carreira.

Mc Livinho e Mc Bella – Meu Lugar

“Putaria romântica”. Talvez esse seja o melhor termo pra definir as músicas do Mc Livinho. Nessa faixa, contudo, o MC vem bem mais romântico (e meloso) que de costume. Com uma levada hip hop, o cantor faz o estilo “humilde maloqueiro”. Da até pra mandar pra porta da casa do crush com um carro de som  -mas a gente recomenda fortemente que vocês NÃO façam isso.

 

Mc Fininho – Amor Proibido

Mais uma pra provar que “Vida Loka também ama”. Representante do funk consciente, essa música fala de uma história de amor com final trágico, retratando a violência policial, sobretudo em bairros de periferia.

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