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Mc R1 – faz pose que la vai close

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Nosso amigo Mc R1 acaba de lançar a música que vai virar hit enter as 9vinhas funkeiras. Com o sucesso do passinho do romano e a sua dança, a moda era se esconder na hora do flash. Mas, por que a novinha iria se esconder? Assim surge a ideia da música.

Enquanto isso, o funk paulista cresce e tira o rótulo de ser apenas ostentação.

Modo Valeska de ser

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AVISO: Longe de querer fazer a propaganda de uma marca, esse post vai mostrar uma nova maneira de se fazer videoclipe, inspirada pela Valeska Popozuda.

A Valeska Popozuda, que veio do bonde Gaiola das Popozudas, chamou mais a atenção que o bonde e arriscou a carreira solo – o que deu bem certo. Agora, sutilmente, conseguiu abocanhar o publico gay sem perder sua essência do funk carioca. Após o sucesso absoluto de Beijinho no Ombro, a cantora aproveitou o momento e abocanhou uma grana com o comercial para a marca de produtos de limpeza. Ela também, conseguiu impor esse estilo de videoclipe – bem manjado no pop americano – onde ela é a líder e tem seus dançarinos que dançam em conjunto com ela.

As cores e estilo pop do videoclipe, lembra muito o videoclipe da música L.O.V.E. Banana do amigo João Brasil, lançado pela Man Recordings. Mas de modo geral, o clipe é divertido e gostoso de assistir.

Mc Maromba – essa mule nao presta

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O Mc Maromba que sempre busca uma novidade, acaba de trazer uma nova tendência para o baile funk, uma melodia de circo mais uma letra contagiante. A ideia é fugir das letras de passinho do romano, ou de ostentação, ou até mesmo de rimas comuns entre os outros Mcs. Maromba quer mesmo se destacar pela sua qualidade e criatividade, e ao ouvir essa mulé não presta, você perceberá uma proximidade muito grande com a forma do Mc cantar no palco, puxando para a brincadeira e ao mesmo tempo para a sacanagem.

A música tem chamado a atenção do público e pode chamar a sua também. Aproveite enquanto o download esta free.

Carlos Nunez – Ep Remixes

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O Dj e Produtor Carlos Nunez tem um carreira de dar inveja mas pouco reconhecida. Seguindo o formato de produtor que não escolhe um único estilo musical para mostrar sua habilidade, ele já participou do projeto Pristine Blusters, produzindo maximal e elecro, depois numa brincadeira com o amigo Dj Ola Person, soltou alguns edits de break beat e hip-hop. Hoje, segue a carreira musical produzindo trilha para videos e quando sobre tempo joga um remix no seu canal do soundcloud.

Nesses quase 20 anos de produção e discotecagem, Carlos produziu a trilha sonora do filme Funk Ostentação, retratando o cenário de Funk Paulista, já lançou hits como o Bigode Trap, remix com o jovem Kaio Ac para a música Bigode Grosso da Mc Marcelly e participou do álbum Funk Globo. Outro hit de pista é a música para o Mc Dedê, Linda Menina, bastante divulgada porém pouco creditada.

Longe das pistas, suas apresentações chama a atenção pela habilidade nos toca-discos e pelo set repleto de novidades e edit’s não lançados – coisa de produtor. Não é a toa que participou em 3 edições do Red Bull 3styles, chegando a final de um deles.

Pensando nisso, o Funk na Caixa aproveitou para mostrar esse tipo de produtor, que muitas vezes fica obscuro pelo sucesso das músicas. Em um bate-papo maneiro , ele nos contou sobre sua série de remixes, onde aproveita os pontos do funk carioca por gostar do estilo, sua sonoridade e também por valorizar a musica eletrônica brasileira – que é marginalizada segundo ele. Aproveitando que domina a língua do português, diferente dos gringos que produzem neo funk, ele pode usa-la da maneira certa e assim brincar com outros estilos como o trap e o twerk. Dessa maneira que surgiu a ideia de reunir esses remixes.

No singelo EP com 4 remixes, Carlos demonstra sua habilidade em criar e reconstruir hit’s como Bigode Trap, Mou$e Trap, o remix para o Mc Gibi e a reconstrução da produção 2werk utilizando pontos do funk carioca.

Conheça mais do produtor e dos seus lançamentos no seu canal: @cnunez.

Funk na Caixa,
a evolução do baile funk.

Barulho – Banginclude

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Voltando ao assunto rasterinha, o ritmo que ganhou o mundo chegou no selo português graças ao produtor ( e amigo) americano, BangInclude.

Pra quem acompanha a história da rasterinha, sabe que o chefe do selo português Enchufada, João Branko, gosta e apoia a rasterinha desde a primeira ouvida. Assim, não foi surpresa ao ouvir os beats quebrados e característico da rasterinha no lançamento Barulho.

As duas músicas que levam influência globais nas batidas da rasterinha, mostram uma opção cabeçuda do som. Muito dessa influência vem do Zouk – estilo em que a Enchufada apoia. Outra influência do barulho, vem do pézinho que o produtor tem nos estilos globais, como na sua produção Swerve. Barulho segue a risca o nome barulho, e deixa o som do verão barulhento. (zás)

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