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O produtor JSTJR se amarrou no funk.

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O produtor americano JSTJR (pronuncia ‘gestchure’) colocou no Brasil ano passado, aproximadamente em novembro. O lance do cara foi para se apresentar e também pra conhecer de perto a cultura do Funk. Não sei ao certo se ele chegou a ir num baile, mas tive o prazer de passar uma madruga com ele e dois em MC’s num estudio, gravando, produzindo e criando funk. Os Mc’s eram os amigos MC Kelvin e MC Tha, ambos de São Paulo. O resultado disso foi essa música:

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Qual o seu Lança?

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Nessa moda maluca de Lança pra cá, lança pra lá, separemos os gostos pro freguês:

Lança de Coco – Mc Bin Laden

Lança de Maracuja – Mc Bin Laden, Mc Livinho, Mc Juninho, Mc Jr, Mc 2k e Mc Menor da VG.

Lança de Morango – Mc Bin Laden e MC KF

Lança de Uva – MC Vassorini SP

Lança de Menta – Mc Bin Laden

Lança do Que? – Mc R1

 

Mashup de House com Deize comprova: ela é eterna

 

avatars-000096126352-ifgk9s-t500x500Eu não tenho a menor ideia de como cheguei nesse mashup, o importante é que mostrar como os vocais da Deize Tigrona são fodas, eternos e encaixam em qualquer base. #Célokocachorreira.

A responsável por esse mashup é a moça da foto acima, a canadense intitulada BlondTron.

DropaMina, o trap de Brasília

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O projeto vindo de Brasilía, DropaMina esta com a mão afiada pro trap!

O duo que é formado pelo Josef Ferreira e Guilherme Thé tem uma descrição bem bacana: o lance é um mix de trap com malandragem.
Na página do soundcloud dos caras, há remixes de funk com trap bem legais. Um deles é o mix de culturas que deixa os vocais da Mc Jenifer num clima gangsta-americano, tudo isso sem perder o ritmo do funk:

O projeto que ainda não completou um ano de vida, promete coisas boas. Em fevereiro engataram um mini-tour com algumas datas entre Brasília e Goiânia. Aproveitaram também pra lançar o seu primeiro single original, Aruanda:

Outra coisa legal no som dos caras, é que eles não usam tanto a linha do electro pra melodia. Eles puxam a coisa prum clima mais obscuro, quase metálicas ao fundo. Caso do remix pra música Deixa os garoto brinca:

Acompanhe o projeto da dupla pelas redes Soundcloud e Facebook, e se tiver de bobeira cola no rolê dos caras.

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O preconceito nos olhos do Funk Ostentação

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O movimento do funk ostentação em São Paulo já diminui a tal ponto, que é possível dizer que ele acabou. Mas, é válido lembrar que essa passagem dos funkeiros consumindo produtos que até então era apenas da elite, incomodou bastante gente – vale lembrar dos rolezinhos.

A música do Mc Kelvinho, “Nós sabemos o que elas gostam” mostra essa realidade da visão do funkeiro. O vídeo é bem simples: o cantor chega numa loja de carro e fica olhando um deles com mais interesse. Os demais funcionários ao perceber um negro na loja se assustam e começam a esconder seus pertences, enquanto isso o gerente da loja se preocupa. A coisa aperta quando o cantor entra dentro do carro, ai os funcionários o abordam para retira-lo. O cantor não entende bem a abordagem, e chama seu empresário que traz o dinheiro para a compra do carro.

O ponto desse post é pensar sobre essa realidade: em um momento, o público do funk foi colocado de lado porque não tinham poder financeiro suficiente para pertencer a determinados grupos; porém com a economia aquecendo e o poder aquisitivo dos funkeiros aumentado, qual o novo motivo para essas atitudes continuarem? ou qual é o real motivo disso tudo?Captura de tela 2015-03-11 às 12.25.27

 

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