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O movimento LGBT no Funk.

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Semana passada o Facebook liberou um filtro que permitia você acrescentar à sua foto de perfil as cores da bandeira do movimento LGBT. Essa ação foi na mesma semana em que o casamento gay foi aprovado nos EUA. Como o assunto é muito polêmico, tanto lá como por aqui, resolvi dedicar esse espaço para essa comunidade que o Funk na Caixa sempre apoiou (se você não sabe, trabalhos com o Sapabonde nos idos de 2010 lançando o EP Sapabonde volume 1 e volume 2, quase 20 músicas). Perguntei a um Mc Trans, um bonde lésbico e um bonde gay, “Como é ser um artista gay na cena funk?“. Confira as respostas.

 

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O Coletivo paulistano Dirty Kidz Gang completa 3 anos de festa, bagunça e bunda.

Fotos: Marcus David / João Paulo

Fotos: Marcus David / João Paulo

Neste final de semana, o coletivo paulistano Dirty Kidz Gang vai comemorar 3 anos de muita bagunça, música, arte e bunda.

O grupo é conhecido pelas suas festas, mas também há um time de artistas que completam esse movimento como o Sugar Crush, Aqualight, o Mc Jimmy Luv – da música Põe a mão pra cima, Mc Xandão, a cantora Ferdi Gi, o Babylons P, 13Duo, a Laka, Wrongbazz, Deviant Guys, o Baseball Bat (que é metade do Sugar Crush) e principalmente suas dançarinas as Dirty Girlz. Esse modelo de festa já passou por outras capitais como Santos , São José dos Campos (2x), Aracaju –SE, Maringa – PR (3x) e em quase todas as casas noturnas de São Paulo.

Como tem rolado uma parceria entre as produções do Funk na Caixa com o coletivo, perguntei pra eles quais foram os 3 melhores momentos dessa trajetória e o resultado foi interessante. Confira:

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TrapFunk&Alivio são os representantes do funk na Bahia

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TrapFunk&Alivio é um movimento originado no Nordeste, mais exatamente na cidade Amaralina – Bahia, no qual um grupo de produtores misturam Trap music com funk carioca. O projeto, visa desenvolver o potencial de seus quatro integrantes: Dj Alle-x , Manno Lipe , Dj MG e Chico Divino. Mesmo que eles estejam na Bahia, eles mostram que a região não impõe o que eles vão ouvir, eles são do nordeste e gostam mesmo é de funk.

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COLEI NUM FLUXO LEGAL E ILEGAL E NÃO CURTI O LANCE.

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A nova moda no funk de São Paulo se chama Fluxo – uma tipo de festa na rua, mas com a galera do funk. A primeira vez que ouvi falar desse tal ‘baile de rua’ foi no ano passado, parece que o movimento começou a tomar mais corpo e isso se popularizou pela cidade inteira, tendo fluxo em todas as regiões. A Mc Tha, 23, me contou que o fluxo não é uma coisa nova, que quando ela tinha 15 anos já rolava alguns lá em Cidade Tiradentes, mas ela concorda que agora tem em todo lugar, até na sua rua. Fiquei curioso pra conhecer esse Fluxo.

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O produtor JSTJR se amarrou no funk.

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O produtor americano JSTJR (pronuncia ‘gestchure’) colocou no Brasil ano passado, aproximadamente em novembro. O lance do cara foi para se apresentar e também pra conhecer de perto a cultura do Funk. Não sei ao certo se ele chegou a ir num baile, mas tive o prazer de passar uma madruga com ele e dois em MC’s num estudio, gravando, produzindo e criando funk. Os Mc’s eram os amigos MC Kelvin e MC Tha, ambos de São Paulo. O resultado disso foi essa música:

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