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Mc Kacho – Novidades

MC Kacho

Nosso amigo Mc Kacho, que participou do Funk Globo, nos enviou um e-mail com sua nova música.


MC Kacho – homenagem ao Daleste (Clique com o direito e Salvar Como)

Ela fala sobre a morte do Mc Daleste e o homenageia de duas formas: com a letra e com a produção feita pelo irmão do Daleste. Confira, e acompanhe o trabalho do Mc por aqui.

KondZilla e a VEVO – A parceria fortalecendo o funk

O funk carioca existe há quase 40 anos. E desde sempre sua palavras na mídia sempre foram associada ao crime, tráfico, negros, favelas, sem calcinha, arma, bandido, e afins. Sempre com tom pejorativo. A mídia, de certa forma, tentava explorar e recriminar o funk, para que ele não saísse da favela, para que não chegasse ao asfalto. Mas isso mudou, e para melhor.

De uns anos pra cá, o funk começou a ingressar na TV, no Rádio, os jornais tentam valorizar o som como cultura carioca, o Rio Parada Funk virou Lei e agora é um evento anual, para celebrar o Funk. A cultura do funk carioca, virou patrimônio da cidade do Rio de Janeiro, e muitas outras conquistas que deixam o funk com uma cara melhor do que ele herdou, sem nunca ter pedido.

E nesse contexto todo, surge a parceria do KondZilla com a VEVO – canal de vídeos da Sony no youtube, exibida no mundo inteiro. A parceira fortalece a música carioca e a cultura brasileira. Mesmo que, por enquanto, 90% dos videoclipes ainda falem de ostentação, marcas, carros, luxo, ainda é mais uma forma de exportar a cultura carioca para o resto do mundo. E se uma multinacional, com o peso da Sony, acreditou no funk, é porque ele tem muito valor.

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Um problema que esta implícito nisso tudo, e que as vezes passa despercebido, é que o estrangeiro sempre apreciou o funk como música brasileira, muitas vezes como a música eletrônica brasileira. O problema nem sempre é a forma de exportar, e sim a forma como o próprio público brasileiro recebe o seu próprio produto. A mídia de fora já fez documentário, compilações, leva artistas para turnê, lança disco, homenageia, e garante com que a cultura continue viva. O problema esta nosso quintal. E enquanto esse problema não for solucionado, conquistas como essa só farão com que o funk ganha cada vez mais espaço lá fora, e não aqui dentro.

Confira o videoclipe de estreia do novo canal de videos do KondZilla. A música é Tá na Chuva, do Mc Kapela.

Foto Divulgação MC Kapela  Clipe Tá na Chuva(1)

Sany Pitbull – Future Funk Express

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O terror da MPC, lançou nessa semana algumas produções. Seguindo uma linha clássica do funk carioca, misturou o tamborzão com samples clássicos do funk e do miami bass. Vale lembrar que temos produções de qualidade e mais de 20 anos de experiência em funk, sem dizer todas as turnês que o produtor carioca rodou o mundo espalhando funk, absorvendo influências de outros estilos e aprimorando ainda mais seu set. Destaque para esse vídeo cabuloso do Sany mixando Justice na França – meados de 2008, mas e dai?.

Agora sem delongas, as produções.

Destaque para a produção Nigthmare, que trás sonoridade sombria e assustado. Um salve para o Apavoramento, que faz isso muito bem.

O Melhor de Sango – por Mr.Digital

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(desabafo do editor: Recebi uma tarefa difícil: falar de um produtor com o set de um dj.)

O Sango é o cara por de trás das super-fodásticas-e-incríveis compilações Da Rocinha, onde remixou algumas músicas do funk carioca, num clima tranquilo e chill out, em batidas de trap. Ele conseguiu tirar um pouco do ar dançante do funk carioca, e transforma-lo numa música para se ouvir.

Quer dizer, até você estar naquele estado relax e ouvir um ‘solta a putaria’ ou um ‘bate o bumbum no chão’. Mas, mesmo assim é bem divertido.

Agora, vamos ao ponto do post. O dj americano Mr.Digital, separou o melhor do Sango num set muito bem mixado e com uma seleção incrível, para que você fique bem relaxado ouvindo o Melhor do Sango.

Mala Noche

Mala Noche

Depois de lançar o Ep da Rasterinha, conferimos mais de parte alguns dos produtores que participaram desse Ep. Mala Noche é um deles. Apaixonado pelo zouk bass, ja passeou por outros estilos, como o Trap e o baile funk. E nesses movimentos, ele fez alguns experimentos.

Um deles é o remix para a música Eu só quero é ser feliz,. Essa música é quase eterna. Ela ja foi remixada, reeditada, recriada diversas vezes. A cada vez que surge um movimento global novo, os produtores lembram dela e remixam, e assim ela nunca cai no esquecimento.

Mala Noche de um ar sombrio e profundo, com batidas espaçadas, para o rap do Cidinho e Doca. Confira:

Além disso, Mala Noche fez um experimento com o baile funk. Fez uma produção que utiliza o beat do funk, mas com uma linha de baixo diferente. Além disso, misturou pontos estrangeiros com pontos da cultura do Rio. Uma produção criativa, diferente do nome. Lasanha?!

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