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As 9as do Chernobyl – parte II

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O Fredi não larga essa moda de ostentação

Nessa segunda parte do post relacionado ao NEO BAILE FUNK (yes!), o produtor do Rio Grande do Sul, Fredi Chernobyl, solta alguns edit’s que, se você conhece um mínimo do trabalho dele irá perceber que o neo baile esta de volta naquele bom e velho esquema: produção de electro com pontos de funk, vocais de funk e o batidão (pesado) pra fechar a conta.

Logo de cara o produtor acertou em cheio com o Gutter Bass e o edit “chama as novinhas”. Caraca que combinação maneira dos vocais com a base, até parece que um foi feito para o outro. Mas não, foi um edit sacana a’la Chernoba.

Já os outros dois edit’s, o produtor mandou aquele bom e velho ‘refix’ que é uma atualização de um projeto que ele: ou já lançou, ou guardou e esta lançando agora – só que com aquele tapinha a mais. i95 ganhou linhas mais pesadas de grave (o que nunca é demais), enquanto Make Taht Booty Clap, um miami bass sensual, veio com pontos de funk e alguns efeitos nos vocais. Fórmula certa pra colocar qualquer novinha pra dançar.

 

Mc R1 – faz pose que la vai close

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Nosso amigo Mc R1 acaba de lançar a música que vai virar hit enter as 9vinhas funkeiras. Com o sucesso do passinho do romano e a sua dança, a moda era se esconder na hora do flash. Mas, por que a novinha iria se esconder? Assim surge a ideia da música.

Enquanto isso, o funk paulista cresce e tira o rótulo de ser apenas ostentação.

GΛVRILL – dom dom dom remix

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Como dito na semana passada, uma nova leva de produtores começam a surgir e sacudir o cenário o neo funk e principalmente o do favela trap, estilo favorito do público e produtores.

Por indicação dos cariocas da Wobble, chegamos a esse remix fodástico Gavrill pro Dom Dom Dom do Mc Magrinho.

O produtor tem outros remixes na sua página e leva a pancadaria a sério. Tanto que curtiu os dom dom dom do funk, e lançou um remix pedrada para a o hit do Mc Pedrinho.

Modo Valeska de ser

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AVISO: Longe de querer fazer a propaganda de uma marca, esse post vai mostrar uma nova maneira de se fazer videoclipe, inspirada pela Valeska Popozuda.

A Valeska Popozuda, que veio do bonde Gaiola das Popozudas, chamou mais a atenção que o bonde e arriscou a carreira solo – o que deu bem certo. Agora, sutilmente, conseguiu abocanhar o publico gay sem perder sua essência do funk carioca. Após o sucesso absoluto de Beijinho no Ombro, a cantora aproveitou o momento e abocanhou uma grana com o comercial para a marca de produtos de limpeza. Ela também, conseguiu impor esse estilo de videoclipe – bem manjado no pop americano – onde ela é a líder e tem seus dançarinos que dançam em conjunto com ela.

As cores e estilo pop do videoclipe, lembra muito o videoclipe da música L.O.V.E. Banana do amigo João Brasil, lançado pela Man Recordings. Mas de modo geral, o clipe é divertido e gostoso de assistir.

Barulho – Banginclude

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Voltando ao assunto rasterinha, o ritmo que ganhou o mundo chegou no selo português graças ao produtor ( e amigo) americano, BangInclude.

Pra quem acompanha a história da rasterinha, sabe que o chefe do selo português Enchufada, João Branko, gosta e apoia a rasterinha desde a primeira ouvida. Assim, não foi surpresa ao ouvir os beats quebrados e característico da rasterinha no lançamento Barulho.

As duas músicas que levam influência globais nas batidas da rasterinha, mostram uma opção cabeçuda do som. Muito dessa influência vem do Zouk – estilo em que a Enchufada apoia. Outra influência do barulho, vem do pézinho que o produtor tem nos estilos globais, como na sua produção Swerve. Barulho segue a risca o nome barulho, e deixa o som do verão barulhento. (zás)

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