Mc Maromba – essa mule nao presta

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O Mc Maromba que sempre busca uma novidade, acaba de trazer uma nova tendência para o baile funk, uma melodia de circo mais uma letra contagiante. A ideia é fugir das letras de passinho do romano, ou de ostentação, ou até mesmo de rimas comuns entre os outros Mcs. Maromba quer mesmo se destacar pela sua qualidade e criatividade, e ao ouvir essa mulé não presta, você perceberá uma proximidade muito grande com a forma do Mc cantar no palco, puxando para a brincadeira e ao mesmo tempo para a sacanagem.

A música tem chamado a atenção do público e pode chamar a sua também. Aproveite enquanto o download esta free.

Swag da Cor – João Brasil

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Nosso amigo e grande produtor João Brasil, atacou na rasterinha novamente e lançou uma música a la twerkerinha. A batida tem influência da rasterinha e do twerk e a melodia pega a referência do ritmo do axé Swing da cor, da Daniella Mercury. Com o fim do ano chegando, essa é uma das promessas pra virar hit do verão 2015.

Carlos Nunez – Ep Remixes

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O Dj e Produtor Carlos Nunez tem um carreira de dar inveja mas pouco reconhecida. Seguindo o formato de produtor que não escolhe um único estilo musical para mostrar sua habilidade, ele já participou do projeto Pristine Blusters, produzindo maximal e elecro, depois numa brincadeira com o amigo Dj Ola Person, soltou alguns edits de break beat e hip-hop. Hoje, segue a carreira musical produzindo trilha para videos e quando sobre tempo joga um remix no seu canal do soundcloud.

Nesses quase 20 anos de produção e discotecagem, Carlos produziu a trilha sonora do filme Funk Ostentação, retratando o cenário de Funk Paulista, já lançou hits como o Bigode Trap, remix com o jovem Kaio Ac para a música Bigode Grosso da Mc Marcelly e participou do álbum Funk Globo. Outro hit de pista é a música para o Mc Dedê, Linda Menina, bastante divulgada porém pouco creditada.

Longe das pistas, suas apresentações chama a atenção pela habilidade nos toca-discos e pelo set repleto de novidades e edit’s não lançados – coisa de produtor. Não é a toa que participou em 3 edições do Red Bull 3styles, chegando a final de um deles.

Pensando nisso, o Funk na Caixa aproveitou para mostrar esse tipo de produtor, que muitas vezes fica obscuro pelo sucesso das músicas. Em um bate-papo maneiro , ele nos contou sobre sua série de remixes, onde aproveita os pontos do funk carioca por gostar do estilo, sua sonoridade e também por valorizar a musica eletrônica brasileira – que é marginalizada segundo ele. Aproveitando que domina a língua do português, diferente dos gringos que produzem neo funk, ele pode usa-la da maneira certa e assim brincar com outros estilos como o trap e o twerk. Dessa maneira que surgiu a ideia de reunir esses remixes.

No singelo EP com 4 remixes, Carlos demonstra sua habilidade em criar e reconstruir hit’s como Bigode Trap, Mou$e Trap, o remix para o Mc Gibi e a reconstrução da produção 2werk utilizando pontos do funk carioca.

Conheça mais do produtor e dos seus lançamentos no seu canal: @cnunez.

Funk na Caixa,
a evolução do baile funk.

Barulho – Banginclude

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Voltando ao assunto rasterinha, o ritmo que ganhou o mundo chegou no selo português graças ao produtor ( e amigo) americano, BangInclude.

Pra quem acompanha a história da rasterinha, sabe que o chefe do selo português Enchufada, João Branko, gosta e apoia a rasterinha desde a primeira ouvida. Assim, não foi surpresa ao ouvir os beats quebrados e característico da rasterinha no lançamento Barulho.

As duas músicas que levam influência globais nas batidas da rasterinha, mostram uma opção cabeçuda do som. Muito dessa influência vem do Zouk – estilo em que a Enchufada apoia. Outra influência do barulho, vem do pézinho que o produtor tem nos estilos globais, como na sua produção Swerve. Barulho segue a risca o nome barulho, e deixa o som do verão barulhento. (zás)

No Stupid Solution – Funk is not dead

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Falando novamente de funk com rock, ou com guitarras como dissemos no post do Porno Klan, a banda de um homem só No Stupid Solution mostra que a mistura da certo sim, e que vale a pena investir.

Vindo da capital Porto Alegre – RS, Luiz Caimi é o idealizador das músicas, junto da produção do Chernobyl. Com um EP de 4 músicas, alguns remixes e mixtapes, o projeto começa a tomar cada vez mais corpo e vem definindo sua linguagem sonora. No remix de Vai Popozuda, o estilo do NSS soa bem claro junto dos vocais do Edu K.

Assim como no remix para as Pérolas Negras, onde o tamborzão esta mais do que presente no hip-hop global das cariocas. Mas calma, as guitarras não se foram, elas são a marca do NSS.

O NSS caiu no conhecimento do público com uma música no EP do selo Braza, que mostrou os produtores do Sul. Em uma conversa com Luiz, ele conta que no RS a ideia do funk com guitarra é comum, aliás, o rock é bem popular na capital, e por isso a mistura não soa estranho para os gaúchos. Disse que “ainda rola muito preconceito com o funk”, mas a mistura agrada e nos seus shows, onde divide o palco com o produtor Chernobyl que fica nos decks soltando a batid, Luiz canta e toca a guitarra. Show ousado!1001435_714616458564903_1988897147_n

O projeto tem força e se mostra bem interessante, o produtor ainda promete mais músicas com a santista Mc Gi e com o Edu K. Mesmo com vocais em inglês, as músicas tem ritmo e leva o suingue carioca. Para fechar de cabeça o post, vai curtindo a mixtape que ele gravou. Aproveite e apoie o trabalho do produtor seguindo ele no soundcloud e na sua página do facebook. #funkisnotdead

 

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